Inserção e participação nas redes globais de produção de conhecimento: o caso do Equador do século xix
No. 50 | 2013-05-01Autor(es)
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Elisa Sevilla
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Ana Sevilla
Resumo
Este artigo busca caracterizar a rede que se teceu, por um lado, entre lugares tão distantes como Londres, Glasgow, Paris e Madri, e, por outro, Quito, Guayaquil, Archidona e Ambato. Isso devido a que vários naturalistas residentes no território que, em 1830, acabava de ser batizado como “Equador”, se relacionaram com homens de ciência na Europa por meio de diferentes tipos de vetores. Portanto, o presente trabalho destaca as relações e interesses que tiveram os personagens que participaram nesta rede transnacional de intercâmbio de espécimes, conhecimentos, ideias e livros, enfatizando os contextos locais desses cientistas e seus diversos papéis nessa rede.
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