Conceitualizando as causas e consequências de estados falidos: uma análise crítica da literatura
No. 37 (2010-12-01)Autor(es)
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Jonathan Di John
Resumo
Este artigo fornece uma análise crítica da literatura recente que tentou definir que o é um “estado falido” e explicar por que tais estados emergem. Argumenta-se que índices agregados de ‘falha’ são enganosos devido às amplas variações de capacidade entre as funções do estado dentro de um regime. O foco em estados de ranking também distrai a atenção das análises a respeito da dinâmica da capacidade do estado. Além disso, muitas das definições comparam a realidade a um ideal Weberiano, ou supõem que a violência é o ‘desenvolvimento ao contrário’, ambas sendo ahistóricas e inúteis como orientação para a política. A segunda parte do documento avalia as contribuições de abordagens funcionalistas, ‘nova guerra’ e neo-Tillean para explicar a falência do estado. O trabalho descobre que, embora essas teorias levem as situações históricas concretas a sério, elas possuem desvantagens teóricas e empíricas importantes. Por fim, a conclusão sugere uma agenda para mais pesquisas.
Licença

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