Singularização política (Arendt) ou subjetivação ética (Foucault): duas formas de interrupção ante a administração da vida
No. 43 (2012-08-01)Autor(es)
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Laura Quintana
Resumo
Este ensaio se propõe contrastar a maneira em que Foucault pensa a subjetivação ética, como uma forma de resistência ante o biopoder, e a maneira em que Hannah Arendt compreende a singularização política, como interrupção diante da administração da vida. Dessa forma, pretende-se sugerir que um olhar a partir de Arendt pode manifestar problemas no discurso de Foucault, que os foucaultianos não parecem advertir em demasia, e que um olhar a partir de Foucault permite aprofundar em algumas críticas que se têm feito aos delineamentos de Arendt, e que os arendtianos parecem esquivar em tudo o que implicam.
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