Protagonism, Entrepreneurial Education and Active Teaching Methodologies in Teacher Education: A Case Study
No. 2 (2019-09-01)Author(s)
-
Aline Diesel1(aline.diesel@hotmail.com)
Abstract
This study verified how the teacher education courses at a Higher Education Institution employ teaching strategies guided by active methodologies to promote the education of protagonist, enterprising teachers. The theoretical anchors are Silva, who discusses protagonism, Dolabela and Martins, who approach enterprising education, and Moreira, Dewey and Freire, who bring the foundations of active methodologies. The study follows a quali-quantitative approach in which a questionnaire was applied to the undergraduate students from four teacher education courses at the HEI being investigated. The data were analyzed through Content Analysis. It became evident that if teachers value active teaching methodologies, teacher education students develop protagonism and an enterprising mind with greater relevance. The more practical approaches, such as internships, awaken student autonomy, making them develop an enterprising stance for and with their students.
References
Andrade, G. T. B. de. (2011). Percursos históricos de Ensinar Ciências através de atividades investigativas. Revista Ensaios, 13 (1), 121-138.
Bardin, L. (2012). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições70.
Bastos, M. F. e Ribeiro, R. F. (2011). Educação e empreendedorismo social: um encontro que (trans)forma cidadãos. Revista Diálogo Educacional, 11 (33), 573-594.
Berlim, C. G., Portella, F. O., Franceschini, I. S. e Carvalho, M. T. (2006). Princípios e práticas do empreendedorismo: um novo paradigma em educação e psicopedagogia. Revista Psicopedagogia, 23 (70), 62-67.
Boéssio, C. P. D., Machado, J. B. e Melgares, T. M. S. (2018). Inclusão de recursos tecnológicos digitais nas práticas docentes: uma intervenção pedagógica visando à formação de professores. Dialogia, 29 (1), 153-167. https://doi.org/10.5585/Dialogia.n29.7779
Cerqueira, T. C. S. (2006). O professor em sala de aula: reflexão sobre os estilos de aprendizagem e a escuta sensível. Psic, 7 (1), 29-38.
Demo, P. (2008). Aprender bem/mal. Campinas: Autores associados.
Dewey, J. (1978). Vida e educação (10ª ed). São Paulo: Melhoramentos.
Diesel, A., Marchesan, M. e Martins, S. N. (2016). Metodologias ativas de ensino na sala de aula: um olhar de docentes da educação profissional técnica de nível médio. Revista Signos, 37 (1), 153-169. http://www.univates.br/revistas/index.php/signos/article/viewFile/1812/921
Dolabela, F. (2008). Oficina do empreendedor: a metodologia de ensino que ajuda a transformar conhecimento em riqueza. Rio de Janeiro: Sextante.
Freire, P. (2011). Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.
Filion, L. J. (2000). Empreendedorismo e gerenciamento: processos distintos, porém complementares. Revista de Administração de Empresas, 40 (3), 8-17. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S003475902000000300013&lng=pt&nrm=iso
Kant, I. (2012). Sobre a Pedagogia. Lisboa: Edições70.
Lavieri, C. (2010). Educação… empreendedora? Em: R. M. A.Lopes (Org.), Educação empreendedora: conceitos, modelos e práticas (pp. 1-16). Rio de Janeiro: Elsevier.
Malhotra, N. K. (2006). Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. Porto Alegre: Bookman.
Martins, S. N. et al. (2015). Pocketbook empreendedor. Lajeado: Editora da Univates. E-book. http://www.univates.br/editora-univates/media/publicacoes/124/pdf_124.pdf
Martins, S. N. (2010). Educação empreendedora transformando o ensino superior: diversos olhares de estudantes sobre professores empreendedores. (Tese de doutorado em Educação). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Moreira, M. A. (2011). Teorias de aprendizagem. São Paulo: EPU.
Protagonismo. Dicionário do Aurélio Online. 2016. https://dicionariodoaurelio.com/protagonismo
Rinaldi, C. (2012). Diálogos com Reggio Emilia: escutar, investigar e aprender. São Paulo: Paz e Terra.
Schwertner, S. F. e Fischer, R. M. B. (2012). Juventudes, conectividades múltiplas e novas temporalidades. Educação em Revista, 28 (1), 395-420.
Sibilia, P. (2012). Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Rio de Janeiro: Contraponto.
Silva, J. S. (2011). O planejamento no enfoque emergente: uma experiência no 1º ano do Ensino Fundamental de nove anos (tese de doutorado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Programa de Pósgraduação em Educação, Porto Alegre.
Souza, R. M. (2006). O discurso do protagonismo juvenil (tese de doutorado). Universidade de São Paulo, Programa de Pós-graduação em Sociologia, São Paulo.
Silva, J. S., Schneider, M. C. e Schuck, R. J. (2014). O princípio o protagonismo infantil e da participação da criança na construção do planejamento no enfoque emergente. Revista Contemporânea de Educação, 9 (17), 64-84. https://revistas.ufrj.br/index.php/rce/article/viewFile/1715/1564